Pequeno Cão Russo, Conheça Essa Raça

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É uma raça de cão, que surgiu muito recentemente, se considerado que os cães já estão em companhia humana há mais de 10 mil anos. O pequeno cão russo surgiu já no século XX, e ocupa a classificação de cão decorativo. Oriundo da Rússia está também entre os mais populares no país.

Entretanto, entre os anos de 1920 a 1950, período de guerra,  o raça sofreu quase que um desaparecimento. E criadores e pesquisadores passaram então a utilizar cães de outras raças para que este pudesse ter uma melhoria genética e estar de novo no topo dos cães mais populares. Daí, então, nasceram os cães com pedigree e com um aparência bastante melhorada. E é importante conhecer certas características e como cuidar de um exemplar, já que se trata de um cão muito particular, mesmo.

O cão russo não mede mais do que 25 centímetros, isto de considerada a altura das patas até os ombros. Pesa entre 1 a 3 quilos, o que demonstra a sua real pequenês. Mas não acredite que se trata de um cão frágil, ao contrário. São muito ágeis, dispostos e até mesmo alegres. Suas pernas são bastante longas, se considerado o restante de seu corpo. Também apresentam um tônus muscular de dar inveja em diversas outras raças caninas. Para não se confundir com sua aparência, ele lembra muito um doberman bem pequeno, com orelhas que apresentam pelos mais espessos nas extremidades, o que lhe confere uma certa graça. A cauda também costuma sempre estar cortada, não alcançando mais do que 5 centímetros de comprimento.

A pelagem do corpo é diferente da orelha. Curta, firme e lisa, além de muito brilhante. Aparecem em coloração que vai de duas combinações de cores, o preto e o castanho, além do vermelho e do zibelina (um cinza prateado). Pode ainda ter uma coloração preta sólida, castanha ou preto azulada. Todos os pequenos cães russos também podem apresentar manchas brancas no peito e nas patas, independentemente da cor do pelo.

É um cão que na verdade requer poucos cuidados, mas os básicos devem ser sempre realizados com vigor. Banhos a cada mês e meio. Não necessitam de tosas constantes, mas é aconselhável que as pelagens das orelhas sejam aparadas em algumas ocasiões. Alimentação deve ser à base de ração de qualidade e devem passear com seus donos com regularidade, para gastar a energia. Visitas ao veterinário, ao menos uma vez por ano e vermifugação a cada semestre são os ideais.